ELA - você não pode me ter. Não podemos ter filhos.
NEYMAR - Nada importa se você quiser me ter.
ELA - Então tá. Vai custar a carreira de um companheiro seu.
NEYMAR - Já fiz o gol.
RESULTADO DO JOGO: SANTOS 4 X 5 FLAMENGO
NEYMAR - Realmente foi má idéia afogar o GANSO.
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quinta-feira, 28 de julho de 2011
domingo, 3 de julho de 2011
viva la vida, viva o esporte!: a diferença entre o armador e o articulador
viva la vida, viva o esporte!: a diferença entre o armador e o articulador: " Há alguns anos, grande parte da imprensa esportiva pergunta por que grandes jogadores, geralmente o 10 do time, jogavam bem nos seus club..."
a diferença entre o armador e o articulador
Há alguns anos, grande parte da imprensa esportiva perguntava por que grandes jogadores, geralmente o 10 do time, jogavam bem nos seus clubes e muito pouco (quase nada) por suas seleções. Agora, faz-se a mesma pergunta sobre um certo 10 argentino, chamado Messi. A explicação é simples se interpretarmos corretamente as funções dos jogadores dentro de campo e estabelecermos diferenças entre termos que costumamos generalizar como por exemplo o meia armador e o meia articulador. Se reconhecermos a diferença entre essas duas funções acharemos explicações para muitas dúvidas sobretudo sobre desempenho de jogadores nessa ou naquela equipe. O meia armador é o cara da segunda bola. É o cara que vai determinar a velocidade da saída do seu time da defesa para o ataque. É aquele que vai reorganizar rapidamente a sua equipe rumo ao gol adversário. Exemplos clássicos desses homens temos o argentino Veron, o holandês Seedorf. Na última copa tivemos o alemão Bastian Schweinsteiger brilhantemente recuado para essa posição e funcionou muito bem como uma das válvulas de escape do time. No Brasil, um exemplo desses foi o jogador Léo Lima recuado por Luxemburgo e que também se deu muito bem. Já o meia articulador é o cara da última bola. É aquele que num piscar de olhos faz uma jogada que deixa o companheiro na cara do gol ou faz a jogada para si mesmo e faz o gol. Esse é Messi: habilidoso, ágil, parece que tem cola no pé. Mas, o campo é grande e ele atua apenas numa faixa dele. Por isso, para funcionar pela seleção argentina o Messi precisa ser apenas o que ele sempre foi, articulador e a argentina precisa ter o que ela sempre teve, um armador. Afinal, no Barcelona, Messi é Brilhante, é o melhor mas o jogador mais importante é o armador Xavi e em alguns momentos, Iniesta (que ao voltar para armar abre espaço lá na frente). Da mesma forma que no Santos os melhores são Ganso e Neymar mas o grande jogador da equipe é o Arouca. Enfim, meus amigos, eu não estou querendo dizer que o meia armador é o salvador da pátria, afinal estamos falando de um esporte coletivo mas, nos dias de hoje, ele costuma facilitar um pouco as coisas para a sua equipe.
sábado, 28 de maio de 2011
curiosidades futebolísticas: comércio ou competição?
Em uma dessas noites mau dormidas fiquei pensando sobre como seria se levássemos ao pé da letra as nomenclaturas das competições futebolísticas mundo afora.Por exemplo: o CAMPEONATO é BRASILEIRO mas, não dá para chamar de democrático um campeonato que tenta copiar países europeus(que penam para formar 20 boas equipes), sendo que aqui temos no mínimo 50 boas equipes. Definitivamente, não dá para chamar de BRASILEIRÃO. A TAÇA é LIBERTADORES mas, tirando uma ou outra equipe, todos jogam numa retranca danada. A LIGA é dos CAMPEÕES mas, não só o campeão se classifica. A COPA é do BRASIL mas, não conta com a participação dos melhores times brasileiros do momento, nem o campeão da edição anterior pode defender o título da competição. Curioso né? Enfim, os campeonatos que faziam jus ao próprio nome como o RIO-SÃO PAULO, a SUL-MINAS, as COPAS NORTE e NORDESTE foram extintos e o único campeonato ainda existente que faz jus ao próprio nome é a principal competição do ramo, denominada COPA... DO MUNDO DA FIFA.
sábado, 14 de maio de 2011
será que um dia chegará ao fim a teoria do favoritismo?
Caros amigos, eu nunca entendi direito os prognósticos da maioria dos comentaristas esportivos às vésperas de uma competição. Nasci e cresci ouvindo muita gente renomada dizer " esse time vem pra brigar pelo campeonato; já aquele, não. Afinal, esse, no papel é melhor; já aquele, no papel, se brincar vai para a segunda divisão". Atento e entusiasmado eu analisava a tabela e descobria que, na verdade, no papel as chances era iguais para todos: o mesmo número de jogos, de jogadores em campo, todos jogavam fora e em casa. E, eu resolvia acreditar no que dizia a tabela pois coincidia com aquilo que eu também dizia.
Hoje, com a globalização, sobretudo tecnológica e da informação, ganhei mais um aliado. Além, da tabela o equilíbrio dentro de campo reforça a tese de que não dá para saber se uma equipe vai ser campeã ou rebaixada. E graças a Deus que é assim pois, caso contrário o futebol não teria graça nenhuma. Esse nivelamento quase globalizado faz com que algo antes visto como diferencial em uma equipe se transforme num mero pré-requisito. Esse equilíbrio vem desequilibrando muita gente. Já é a segunda Libertadores seguida em que o melhor time da fase de grupos não consegue superar o time de pior aproveitamento entre os classificados, dando adeus à competição já na segunda fase.
E, já que vem aí o Brasileirão eu pergunto: tem favorito?
Hoje, com a globalização, sobretudo tecnológica e da informação, ganhei mais um aliado. Além, da tabela o equilíbrio dentro de campo reforça a tese de que não dá para saber se uma equipe vai ser campeã ou rebaixada. E graças a Deus que é assim pois, caso contrário o futebol não teria graça nenhuma. Esse nivelamento quase globalizado faz com que algo antes visto como diferencial em uma equipe se transforme num mero pré-requisito. Esse equilíbrio vem desequilibrando muita gente. Já é a segunda Libertadores seguida em que o melhor time da fase de grupos não consegue superar o time de pior aproveitamento entre os classificados, dando adeus à competição já na segunda fase.
E, já que vem aí o Brasileirão eu pergunto: tem favorito?
domingo, 10 de abril de 2011
A bola é mesmo uma festa
O mundo é mesmo uma bola, quer dizer, a bola é mesmo uma festa. Enfim, vocês entenderam. E, falando em bola vamos pro jogo. E, falar em jogo é falar em resultado. Falar em resultado, no entanto, nos remete a análise. E a análise desse final de semana é que me parece que os visitantes se deram melhor dentro de campo: São Caetano, Flamengo, São Paulo, enfim, todos visitantes, sairam dos seus jogos com vitória. Este é um ponto que me chamou a atenção nesse fim de semana. O outro, e também muito batido, comentado é o fato de muitos âncoras esportivos, sobretudo de rádio, perguntarem ao comentarista ( a quem eu prefiro chamar de teórico da bola, no caso dos esportes redondos) aquela célebre pergunta: e aí fulano, o resultado foi justo? Desde já, eu deixo a minha opinião em relação a essa pergunta dizendo que só considero um resultado " injusto" quando a arbitragem da partida comete um erro muito gritante, sendo negativamente decisivo no placar do jogo. Afinal, o julgamento de um árbitro, equivocado ou não, é definitivo. Dito isto, concentro as minhas forças na explicativa do porquê dessa minha opinião a respeito de tão célebre pergunta. E, eu explico: visualizemos uma partida em que um time arremate mil vezes tentando bater a meta adversária e fracasse em todas elas, seja por chutar para fora, ou por acertar os zagueiros adversários, ou por parar no goleiro; enfim, o fato é que ele apesar do volume de jogo adquirido não conseguiu tirar o zero do placar e, enquanto isso o seu adversário em apenas um arremate consegue fazer o seu gol e sai de campo com a vitória. Neste caso, eu prefiro enfatizar o mérito de quem foi mais objetivo. Isso sim é justo. Mas, e a posse de bola do time que saiu derrotado? E o volume de jogo? E aquelas que bateram na trave? Tudo isso não serve para nada? Sobre isso, meus amigos, eu digo que é muito importante ter posse de bola porque isso muitas vezes funciona, apesar de nem sempre ganhar o jogo. E quando essa posse não funcionar, já que temos um adversário do outro lado também interessado na vitória; a sua proposta de jogo, imprescindivelmente bem definida, tem que sobressair. E, em último caso, se essa proposta não sobressair restará apenas a tática da indução do adversário ao erro, que ultimamente tem funcionado bastante.
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